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Sabe porque é que deve investir nos EUA, a maior economia do Mundo?

Realizou-se na passada terça-feira, dia 12, pelas 10h00, na Fundação AIP, o Seminário Como Fazer Negócios: EUA. Desafios e oportunidades, organizado pela Fundação AIP, com a colaboração da Câmara de Comércio Americana em Portugal (AMCHAM), o patrocínio da Euroatla e o apoio das Águas Fonte Viva, Capital Europeia do Vinho 2018 – Torres Vedras e Alenquer e Quina Vinhos.

Com a presença de 60 empresas portuguesas com interesse no mercado americano, Graça Dider, Secretária Geral da Câmara de Comércio Americana, acentuou a pertinência desta acção tendo em conta a visita do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e do Primeiro-Ministro, António Costa, aos EUA, visita essa que contou com uma grande recepção por parte da comunidade luso-americana.

Esse é, aliás, um dos factores mais importantes do fomento da relação entre Portugal e EUA: as pessoas. Actualmente, existe cerca de um milhão e meio de portugueses e luso-descendentes nos EUA, uma relação que, na opinião de Graça Didier, não é aproveitada no seu total potencial: “Existem dois tipos de portugueses nos EUA”, explica, “os portugueses que já emigraram há mais tempo, a maioria das ilhas, mas também os novos emigrantes, mais qualificados, muitos deles que trabalham em Sillicon Valley, por exemplo”, ou seja, bons veículos para se perceber como funciona o mercado americano.

➡ EUA são o 5º país de destino das nossas exportações

As ligações económicas entre Portugal e os EUA têm um potencial de crescimento enorme: os EUA são o 5º país de destino das nossas exportações fora da comunidade europeia. Contudo, o valor dessas exportações é muito reduzido, o que até são boas notícias, de acordo com a Secretária Geral da Câmara de Comércio Americana: “significa que há ainda muita oportunidade de volume de exportação.”

O problema prende-se essencialmente com o pouco conhecimento que os americanos têm de Portugal, factor que pode constituir um entrave à exportação. Esta situação tem vindo a esbater-se nos últimos tempos, fruto do reconhecimento cada vez maior não só de figuras ilustres portuguesas, como António Guterres e Cristiano Ronaldo, como também de eventos internacionais de renome, como a Web Summit, e o papel do turismo no nosso país, distinguido com vários títulos a nível mundial. A realidade, realça Graça Didier, é que “depois de visitarem Portugal, os americanos levam consigo uma imagem de excelência do país”.

Assim, porque devem as empresas portuguesas investir nos EUA?

Primeiro, importa realçar que não existe um único mercado dos EUA! Ter este conhecimento intrínseco é muito importante na altura de delinear a estratégia de negócio para se entrar no país. Existem 50 mercados nos EUA. Porquê? Os EUA são um país muito heterogéneo, com culturas, religiões, ideologias e etnias diferentes em todos os estados. Ou seja, todos os 50 estados têm um público diferente. “Não podemos esperar vender botas de cowboy em Nova Iorque como vendemos, por exemplo, no Texas”, explica Graça Didier. Portanto, antes de se pensar em exportar um produto ou serviço para os EUA tem de se pensar para onde se quer exportar.

Outro facto muito importante sobre o mercado dos EUA: a concorrência! O mercado dos EUA, seja em que estado for, é altamente concorrencial, não só interna como também externamente. Assim, as empresas portuguesas interessadas em expandir-se para os EUA têm de ter uma estratégia diferenciador. “Nos EUA não se consegue combater pelo preço, isso não os conquista. Pela inovação, pela qualidade, pelo espírito empreendedor, isso sim!”, refere Graça.

Ana Gonçalves, Directora de Negócios da Euroatla, enumerou os produtos portugueses que mais são exportados para os EUA: produtos minerais e produtos químicos. Referiu igualmente o aumento da exportação de Wood Products como a cortiça (representam 6,3% do volume de exportações), assim como vinhos e papel de impressão.

Sobre o transporte dos produtos, particularmente em solo americano, Ana Gonçalves refere um assunto que está na ordem do dia: a crise dos camionistas nos EUA. “Mais de 70% das mercadorias são transportadas por via rodoviária. Como os camionistas têm de fazer grandes distâncias e passar muitos dias fora de casa, tem existido um aumento das exigências, um aumento da procura e também um aumento dos preços para este serviço”.

Presente neste seminário esteve também José Sanches, da empresa portuguesa Raimundo & Maia, que actualmente exporta para os EUA. “O mercado dos EUA é moroso de se entrar”, confidenciou, corroborando o que a Secretária Geral da Câmara de Comércio Americana, Graça Didier, já havia afirmado sobre o mercado, “ou se tem um produto diferenciador ou uma marca de cliente.” Neste caso específico, a Raimundo e Maia exporta leguminosas enlatadas com um factor diferenciador no mercado dos EUA (que já é corriqueiro em Portugal): as leguminosas estão em frascos de vidro, o que permite ao consumidor ver o que vai comprar. “Estamos presentes em ambas as costas mas a Costa Oeste é mais importante por causa da comunidade latina predominante, que consomem muito o nosso produto.”

“Se for bem trabalhado, [os EUA] é um mercado muito interessante pela sua competitividade”

José Sanches, Raimundo & Maia

A exportação de produtos alimentares de Portugal para os EUA tem crescido exponencialmente desde o último ano. Os vinhos, sobretudo, têm sido objecto de interesse por parte dos americanos, que consomem cada vez mais esta bebida.

➡ As vantagens e desvantagens de apostar no mercado americano

Os EUA são um mercado seguro, aberto, liberal, com fortes incentivos ao empreendedor, competitivo, que promove a inovação e a qualidade. É um mercado difícil, mas que, ao ser uma aposta bem-sucedida, é altamente recompensador.

Como todos os mercados, também tem as suas desvantagens. O facto de ser muito competitivo pode ser uma delas e os retornos do investimento não são imediatos, podendo passar-se muitos anos até se alcançar resultados satisfatórios. A sociedade americana é também muito litigante: qualquer coisa é motivo de processo judicial e a justiça nos EUA é muito cara, o que pode prejudicar seriamente uma empresa em processo de expansão. Existe também o Buy American Act, que se prende com uma questão cultural, presente no patriotismo tão conhecido dos americanos, que os leva a comprar sobretudo aquilo que é produzido no seu país.

“A Brisa está nos EUA há 10 anos. Só em 2016 tiveram um grande contrato. Estiveram lá uma década a estabelecer contactos”

Graça Didier, Secretária Geral da Câmara de Comércio Americana em Portugal

A conclusão que se retirou desta acção foi a de que o mercado americano é muito difícil, mas que compensa. Começar a exportar para os EUA é um salto qualitativo e quantitativo muito grande para qualquer empresa. Isto porque os valores de negócio normalmente são muito elevados e posteriormente porque anunciar que se tem negócios nos EUA é uma porta de entrada quase garantida para outros mercados.

No final houve espaço para um convívio, em que os participantes no Workshop fizeram networking e partilharam ideias, ao mesmo tempo que degustaram vinhos da Capital Europeia do Vinho – Torres Vedras e Alenquer e da Quina Vinhos.

Disponibilizamos aqui as apresentações em formato PDF da Câmara de Comércio Americana em Portugal e da Euroatla.

Próximas Acções

29 de Junho – 10h00 – Fundação AIP

Business Fórum Namíbia, com a presença de 36 empresas e entidades do país disponíveis para contactos bilaterais, dos mais diferentes sectores: indústria manufactureira, agricultura, logística e transportes, turismo, tecnologias e informação, energia, gestão de resíduos e construção.

Inscrições em breve.

Sabe porque é que deve investir nos EUA, a maior economia do Mundo?2018-06-15T11:57:29+00:00

Fundação AIP destaca a responsabilidade social associada ao Portugal Economia Social

O Portugal Economia Social “é revelador da importância que a Fundação AIP dá à responsabilidade social enquanto cidadãos e organização“.

O Presidente da Fundação AIP, o Comendador Jorge Rocha de Matos, destacou a importância da terceira edição do Portugal Economia Social para o sector, na sessão de abertura do evento, onde esteve presente a Ministra da Presidência e Modernização Administrativa, Maria Manuel Marques e o Presidente do Montepio Geral – Associação Mutualista e do Grupo Montepio, António Tomás Correia.

O Portugal Economia Social é um evento único no país que reúne os players do sector da economia social, complementando a mostra de produtos e soluções técnicas com universidades, municípios, empresas e também um conjunto de conferências com temáticas de valor acrescentado para os intervenientes do sector. O Presidente da Fundação AIP destaca o programa de Conferências como sendo “um dos momentos altos do evento“, este ano abordando temas dedicados ao Financiamento e Inovação Social, Títulos de Impacto Social e os Benefícios Fiscais para Investidores Sociais, Objectivos de Desenvolvimento Sustentável, Programas de Capacitação Financiados, Comunicação Acessível e o “Social Innovation Shaker Award” que premeia os melhores negócios sociais.

O desafio de que se estude a possibilidade de criação de um Fundo Público de financiamento da Economia Social e dos seus projectos, através da consignação das verbas provenientes do IRS dos Portugueses que não consignam, em sede de IRS, eles próprios, a instituição que querem apoiar.

Estas verbas, não consignadas directamente pelos portugueses, poderiam, depois dos pertinentes estudos necessários e em moldes a definir, ser importantes dinamizadores de importantes projectos da Economia Social.

A Fundação AIP tem no seu ADN e como missão a de ser “um despertador de consciências e um elemento catalisador de vontades e de mudanças estruturais sempre a favor do bem comum“, advindo desse sentido de responsabilidade social a vontade de inovar e realizar este tipo de eventos com mais novidades ano após ano, como a iniciativa “Viver a Diferença” nesta edição, onde os visitantes podem experienciar as limitações de pessoas com diversidade funcional em vários domínios como “Ver para Ouvir”, “Rodar para Andar”, “Sentir para Ver” ou “Ouvir para Ver”.

Assim sendo, o Portugal Economia Social tem o potencial para afirmar-se como o grande encontro nacional do sector e, nas palavras do Comendador Jorge Rocha de Matos “a Fundação AIP, bem como os seus parceiros, está fortemente empenhada em continuar a investir no sector da economia social, como um dos pilares da economia e também uma área importante capaz de corrigir assimetrias entre o litorial e o interior, fazendo de Portugal um país mais inclusivo e simultaneamente mais competitivo.”

Fundação AIP destaca a responsabilidade social associada ao Portugal Economia Social2018-05-28T13:36:32+00:00

Como fazer negócios no Japão

Fundação AIP continua a promover a internacionalização das empresas portuguesas

A Fundação AIP organiza no dia 22 de Maio, com início às 10h00, na Fundação AIP – Junqueira, o Workshop Como Fazer Negócios no Japão: desafios e oportunidades, com a colaboração da Câmara de Comércio Luso-Japonesa, o patrocínio da Euroatla e o apoio das Águas Fonte Viva.

O objectivo é dar a conhecer, através de oradores com experiência e conhecimento do mercado japonês, como o mesmo funciona, a sua economia e as oportunidades de negócio existentes. Permitirá igualmente o know-how do mercado, através de testemunhos reais sobre a experiência de empresas portuguesas já presentes neste país, bem como será o espaço ideal para que as empresas aumentem a sua lista de contactos e desenvolvam uma rede de networking.

Sendo a componente cultural do Japão muito diferente da nossa, conhecer os hábitos e costumes japoneses torna-se fundamental para quem deseja investir neste país insular da Ásia Oriental. Como tal, estará presente nesta sessão Ana Fernandes Pinto, Investigadora Integrada do Centro de Humanidades da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, que falará sobre Sociedade e Cultura no Negócio no Japão: Princípios e Guia prático.

Organização: Colaboração:
Patrocínio:  Apoio:
Como fazer negócios no Japão2018-05-21T07:57:11+00:00

Presidente da Croácia sobre Portugal: “Vejo complementaridade e oportunidade”

No âmbito da sua primeira Visita de Estado a Portugal, Kolinda Grabar-Kitarović esteve no Centro de Congressos de Lisboa para intervir no Business Fórum Portugal-Croácia, acção da qual a Fundação AIP foi uma das organizadoras, acentuando as relações “ainda modestas” entre os dois países mas prevendo um grande potencial para o futuro.

As relações económicas entre Portugal e a Croácia rondam os 85,3 milhões de euros e o nosso país ocupa a 40ª posição de parceiro comercial estrangeiro da Croácia, números que, na opinião da Presidente são demonstrativos “da distância geográfica entre os dois países e o foco de Portugal e da Croácia serem noutros mercados, mais próximos ou que partilhem laços históricos”.

Numa sessão que reuniu empresas portuguesas e croatas para encontros B2B, Kolinda Grabar-Kitarović referiu que o desconhecimento das empresas croatas em Portugal não constituí um problema mas sim uma oportunidade: “É crucial para os nossos países que se conheçam”, assinalando ainda que a sua visita ao nosso país é também uma “expressão de determinação para a abertura de novas oportunidades de negócio”.

Após estar reunida com Marcelo Rebelo de Sousa, a Presidente da Croácia reiterou no Business Fórum que o seu principal objectivo era o de “dar a conhecer a Portugal tudo o que a Croácia tem de bom para oferecer”.

Depois de enumerar todas as características em que ambos os países competem, como a como turismo, produção agrícola, pesca, têxteis, indústria farmacêutica, e novas tecnologias, Kolinda Grabar-Kitarović fez ainda menção à “longa tradição e excelentes referências” que a Croácia tem na indústria electrónica e na construção naval.

No Business Fórum Portugal-Croácia estiveram presentes mais de 70 empresas e houve mais de uma centena de reuniões B2B, números que confirmam o sucesso desta acção e o papel cada vez mais relevante das entidades organizadoras enquanto dinamizadores da internacionalização das empresas portuguesas.

Intervenção da Presidente da República da Croácia, Kolinda Grabar-Kitarović

Encontros B2B entre empresas portuguesas e croatas

Presidente da Croácia sobre Portugal: “Vejo complementaridade e oportunidade”2018-05-18T10:00:09+00:00

Nota de pesar sobre o falecimento do Prof. Doutor Raúl Rosado Fernandes

Pelo Presidente da Fundação AIP, Comendador Jorge Rocha de Matos:

Ao tomar conhecimento do falecimento do Prof. Doutor Raúl Rosado Fernandes, em nome do Conselho de Administração da Fundação AIP, a que presido, apresento os meus votos de grande pesar e as sentidas condolências à sua família, neste momento de profunda tristeza.

O Prof. Doutor Raúl Rosado Fernandes é, sem dúvida, um exemplo a preservar na memória de todos os Portugueses como um cidadão exemplar, erudito professor, ilustre político e líder associativo, mas sobretudo de um homem de bem, com uma personalidade firme e justa, com apego imenso às nobres causas que defendeu ao longo da sua vida, que soube granjear o apreço, a simpatia e o respeito de todos que com ele tiveram o privilégio de trabalhar e conviver, como foi o meu caso.

Foi sempre um homem profundamente independente, frontal e vertical, com um percurso profissional, associativo e político ímpar e multifacetado, que as suas funções como professor, reitor, deputado na Assembleia da República, deputado europeu e fundador da CAP – Confederação da Agricultura Portuguesa, para somente citar as mais importantes, lhe valeram o reconhecimento do País com a atribuição da Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique, em 1997, e a Grã-Cruz de Mérito Agrícola, em 2001, exaltando o elevado mérito da sua grande obra de vida.

O falecimento do Prof. Doutor Raúl Rosado Fernandes significa, pois, uma enorme perda para Portugal e para os Portugueses que o preservarão na sua memória.

Nota de pesar sobre o falecimento do Prof. Doutor Raúl Rosado Fernandes2018-05-17T14:12:17+00:00

Está de volta à FIL a nova edição da Expo SYNC Lisboa!

De 26 a 29 de Maio decorrerá na FIL – Parque das Nações, a 2ª edição do evento que reúne as principais marcas, equipamentos e serviços do sector audiovisual. A entrada é livre, mediante pré-registo no site do evento:  https://exposynclisboa.fil.pt/registo-de-profissionais/.

Esta é uma feira para profissionais, aberta a escolas, que combina a mostra dinâmica de equipamentos e soluções com a realização de workshops, apresentações e demonstração do processo criativo e de produção nas áreas de Televisão, Cinema, Música, Espectáculo, Instalação, Fotografia, Vídeo, Multimédia, Comunicação Visual, Publicidade e Artes Visuais e Performativas.

Dividida em diferentes espaços de programação, a Expo Sync Lisboa amplia nesta sua segunda edição os conteúdos orientados para as comunidades profissionais do sector cultural e criativo e escolas e, com a participação de mais expositores, tecnólogos, criativos e artistas, serão também mais as iniciativas e espaços temáticos dos quais se destacam: – a SyncTV, uma régie-estúdio de televisão; – a Oficina Criativa de Imagem, espaço de filmagens e direcção de fotografia; – o Media Lab, espaço onde os visitantes do evento poderão experienciar como se faz um programa de rádio, um jornal e desenvolver conteúdos em vídeo redacção; – o Estúdio Sound Design | Music Recording; no qual se demonstra a produção de som e música para cinema, áudio branding, publicidade e produção musical; – e o Live Sound Sync!, área de demonstração de sistemas de som profissionais em zona exterior.

A Expo Sync Lisboa 2018 será ainda palco de várias apresentações e debates, keynotes e workshops promovidos pela Organização e parceiros media, associações sectoriais, organismos públicos, expositores e convidados, das quais se destacam a acção “PIC Portugal: Filmar em Portugal” promovida pelo ICA – Instituto do Cinema e Audiovisual, com particular interesse para os sectores do audiovisual, turismo e publicidade, a apresentação Sound Particles: Software Português para Hollywood por Nuno Fonseca, assim como os Workshops de Imagem, Som, Iluminação e Comunicação pela World Academy.

Está de volta à FIL a nova edição da Expo SYNC Lisboa!2018-05-17T11:03:24+00:00

Portugal Economia Social é o maior evento de empreendedorismo e inovação social do país

A 3ª edição do certame realiza-se nos dias 23 e 24 de Maio no Centro de Congressos de Lisboa, com entrada livre

Sabia que Portugal foi o primeiro país da Europa a reservar parte dos fundos estruturais europeus para a área da inovação social? No nosso país, o sector social é o segundo maior “empregador” nacional, com cerca de 260 mil trabalhadores em instituições, associações, IPSS, ONG’s, mutualistas, colectividades, cooperativas, misericórdias e fundações.

Neste contexto surge o Portugal Economia Social enquanto evento empenhado em promover e debater a Economia Social Solidária e estimular uma Economia Social Sustentável, através de um encontro com duas vertentes: o Fórum de Debate e uma mostra de produtos e soluções para o sector.

Para esta 3ª edição apostou-se num espaço para municípios, onde será apresentado o trabalho desenvolvido na área da inclusão social – envelhecimento activo e boas práticas, assim como a importância deste sector na empregabilidade da região concentrada nas instituições sociais. Os municípios de Cascais, Oeiras, Chamusca, Faro, Lousada, Braga, Fundão, Sintra, e Vila Franca de Xira, Vila Nova de Gaia, entre outros, apresentarão soluções sociais inovadoras e mostrarão de que forma se destacam enquanto município inclusivo.

Na sequência do sucesso do ano passado, o Social Innovation Shaker será novamente aposta no Fórum Debate do evento, com a apresentação de negócios sociais à procura de investimento, assim como de cinco projectos estrangeiros. A grande novidade será a presença na iniciativa de três investidores internacionais do sector da economia social.

Existem cerca de 61 mil entidades envolvidas na Economia Social. Torna-se, portanto, fulcral explorar a questão do financiamento. Assim, no Portugal Economia Social poderá assistir à Conferência “Financiamento e Inovação Social”, ideal para a obtenção de informação sobre as candidaturas para projectos co-financiados na área e também quais os benefícios fiscais para os Investidores Sociais.

Outra das novidades será a apresentação do “Guia de Boas Práticas de Acessibilidade – Comunicação Inclusiva em Monumentos Museus e Palácios”, um trabalho do Turismo de Portugal e da Direcção Geral do Património Cultural que visa a promoção de experiências de turismo mais inclusivas.

Num contexto pedagógico e interactivo o evento irá criar um espaço de experiências denominado “Viver a Diferença” onde será possível vivenciar algumas das dificuldades que pessoas com algumas incapacidades têm de superar.

Ajudar a cadeia da Economia Social a dar novas respostas é a missão principal do Portugal Economia Social, que fará convergir no mesmo espaço os municípios, as empresas e os investidores, um local de networking e partilha de conhecimentos e ideias com vista ao crescimento qualitativo do sector.

Portugal Economia Social é o maior evento de empreendedorismo e inovação social do país2018-05-07T10:39:20+00:00

Contagem decrescente para o início da Tektónica

20ª Edição da Feira Internacional de Construção e Obras Públicas realiza-se de 16 a 19 de Maio na FIL

A 20ª edição da Tektónica tem início no dia 16 de Maio e prolonga-se até dia 19, na FIL. A feira de construção e obras públicas é líder em Portugal, contribuindo para o apoio às empresas, promoção à internacionalização do sector e exploração de oportunidades no mercado nacional.

Na feira convergem seis salões:

  • O SK – Salão Internacional de Pavimentos e Revestimentos Cerâmicos, Banho, Cozinha
  • O SIMAC – Salão Internacional de Materiais e Equipamentos para a Construção
  • O SIROR – Salão Internacional das Pedras Naturais
  • O Tek Green – Salão de Energias Renováveis, Construção Sustentável e Resp. Social na Construção
  • O Tek Máquinas – Máquinas e Equipamentos para a Construção e Obras Públicas
  • O Tek Wood – Salão da Indústria da Madeira e Cortiça para a Construção

A grande novidade desta edição é a presença já confirmada de mais 20% de expositores em relação ao ano passado, o que confirma o crescimento do sector.

Um dos grandes focos da feira continua a ser o Espaço Inovação Tektónica, onde as empresas apresentam produtos e/ou projectos que estão há menos de um ano no mercado. O júri, composto por representantes da AECOPS, do LNEC – Laboratório Nacional de Engenharia Civil, da Ordem dos Arquitectos, da Ordem dos Engenheiros e da Universidade Europeia escolhem o produto ou solução mais inovador de entre os candidatos.

Esta edição voltará a contar com o segmento Hosted Buyers, com a presença de um maior número de buyers internacionais em comparação com a edição passada, de países da América Latina – como Chile, Porto Rico, Colômbia – da Europa – como Holanda, Irlanda, Espanha, Chipre, Grécia e Reino Unido – de África – como Senegal, Costa do Marfim, Marrocos e Cabo Verde e do Médio Oriente, com a presença de buyers do Líbano.

De realçar que a Tektónica está presente em feiras e missões no estrangeiro de forma a promover a feira e o sector de Construção e Obras Públicas do nosso país, entre as quais a feira do sector na Colômbia, em Marrocos, em Moçambique, Angola e EUA.

 

Contagem decrescente para o início da Tektónica2018-04-24T16:24:41+00:00

21ª edição do SIL – Salão Imobiliário de Portugal receberá mais investidores estrangeiros

21ª edição do SIL
Salão Imobiliário de Portugal receberá mais investidores estrangeiros

350 Expositores, 150 Investidores, 65,000 visitantes.

São estes os números da 21ª edição do SIL, a decorrer de 3 a 7 de Outubro na FIL, revelados em apresentação à imprensa no dia 18 de Abril. Em concordância com o momento económico favorável do país, é esperado que o maior Salão de oferta de habitação em Portugal atinja um incremento no que aos expositores, investidores e visitantes diz respeito.

Em termos de investidores, espera-se que este ano o SIL receba um maior número de buyers internacionais, uma vez que o investimento estrangeiro representou 20% do total das transacções habitacionais, segundo dados de 2017. A França é, actualmente, o país que mais investe no mercado imobiliário português, seguindo-se o Brasil, a Inglaterra, a China e Angola.

O fomento da participação internacional no SIL vem sendo construído através da presença em feiras e missões no estrangeiro. Desde 2007, o SIL tem participado proactivamente na divulgação de Portugal junto dos investidores do sector imobiliário em Newark, nos EUA, Xangai, na República Popular da China e ainda participará na FACIM de Maputo, em Agosto. De realçar que o SIL organiza pela 7ª vez o Salão do Imobiliário e de Turismo Português em Paris, em parceria com a CCIFP, a decorrer em Maio.

Esta apresentação à imprensa serviu igualmente para apresentar as novidades da edição de 2018 do Salão. Devido ao aumento de investimento estrangeiro em Portugal tornou-se imperativo criar todas as condições para o bom desenvolvimento dos negócios com os investidores internacionais. Como tal, haverá espaço no SIL para encontros de investidores e reuniões privadas com os Hosted Buyers.

O evento mediático “I Chose Portugal” pretende ser o trampolim que ajudará a compreender as motivações para o aumento de figuras públicas e personalidades internacionais que escolheram o nosso país para residir, com testemunhos de algumas delas.

Pela primeira vez decorrerá no Salão o Roteiro das Promoções, especialmente dirigido ao público que visita o SIL. Com o Roteiro das Promoções haverá condições especiais para as aquisições de imóveis que sejam realizadas no decorrer do evento e também leilões imobiliários.

Mas não é só.

SIL Cidades – Seixal é a primeira cidade convidada

seus projectos imobiliários e atrair investimento. O Seixal apresenta-se enquanto primeira cidade convidada desta iniciativa, fazendo-se representar na apresentação à imprensa pelo Presidente da Câmara Municipal, Joaquim Santos, que classificou o Seixal como “uma terra com um mar de oportunidades”.

O SIL de 2018 apresentará um leque de mais oferta, mais produtos e mais investidores e continuará a acompanhar o crescimento do sector imobiliário em Portugal.

21ª edição do SIL – Salão Imobiliário de Portugal receberá mais investidores estrangeiros2018-04-24T14:50:30+00:00

Prémios Portugal Smart Cities Summit

Prémios: Portugal Smart Cities Summit atribuiu menções honrosas a personalidades e entidade que se destacam no sector da Energia, da Água e das Smart Cities

O Conselho Estratégico do Portugal Smart Cities Summit by Green Business Week 2018, decidiu atribuir durante o evento as seguintes menções honrosas a personalidades e entidades que contribuem diariamente e de forma ímpar para a dinamização dos sectores da Energia, da Água e das Smart Cities.

O Prémio Smart Cities 2018, atribuído no final da Cimeira dos Autarcas, foi entregue à ANMP – Associação Nacional de Municípios Portugueses, pelo trabalho que há três anos realiza na dinamização das Smart Cities, promovendo e incentivando a cooperação e a partilha de conhecimentos entre os diferentes municípios do país. Considerando os recentes testemunhos constatados no Smart Cities Tour, o Conselho Estratégico do Portugal Smart Cities Summit “considera este reconhecimento mais que meritório”.

António Almeida Henriques, vice-presidente da ANMP, recebe o prémio Smart Cities 2018

No dia 12 de Abril, no Encerramento do Summit de Energia, foi entregue o Prémio Personalidade EnergyLive 2018 ao Professor Catedrático, Vítor Santos, que actualmente lecciona no ISEG, por ser um dos principais especialistas em regulamentação dos serviços energéticos, uma área que tem colocado Portugal no mapa das boas práticas a nível europeu. Num percurso muito dedicado à regulamentação energética, Vítor Santos foi vogal e presidente do Conselho de Administração da ERSE-Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos e também Secretário de Estado da Economia no XIV Governo Constitucional.

Professor Catedrático Vítor Santos recebe o Prémio Personalidade EnergyLive

No último dia do evento, 13 de Abril, foi atribuído o Prémio Personalidade Acqualive 2018, escolhido pelas principais associações do sector da água, e que destaca o trabalho desenvolvido por Francisco Nunes Correia, Fundador da PPA – Parceria Portuguesa para a Água, ex-Ministro do Ambiente e que actualmente é Professor Catedrático de Recursos Hídricos e Ambiente, do Instituto Superior Técnico. A Parceria Portuguesa para a Água refere que a atribuição desta menção “…distingue o seu notável contributo para o sector da Água em Portugal que pode ser evidenciado pelo seu excepcional desempenho enquanto Ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, enquanto responsável pela preparação do Plano Nacional da Política de Ambiente (PNPA), e no apoio ao processo de negociação com Espanha para uma nova convenção sobre recursos hídricos.”

Francisco Nunes Correia recebe o prémio Personalidade Acqualive 2018

Prémios Portugal Smart Cities Summit2018-04-19T09:55:34+00:00